AAhhh....(suspiro) a Apple.
(versão com fotos da loja e dos produtos somente amanhã)
Uma das coisas que eu mais esperava nessa viagem ao Canadá era a bendita hora em que eu colocaria as mãos no meu iPad. No segundo dia de viagem, fui num shopping aqui perto do campus da Universidade de Calgary pra visitar, pela primeira vez, uma loja da Apple. Quando cheguei lá, a primeira coisa que notei foi a massiva propaganda do iPad: três homens conhecidos como "especialistas" ficavam na porta, cada um munido de um iPad, prontos para lhe mostrar o novo produto.
Aliás, uma coisa importante a ser comentada é a estrutura de uma loja da Apple. Primeiramente, como já comentei, tem os especialistas que lhe esperam na porta. Se vc sobreviver a esse primeiro momento (ou seja, se você não for dos especialistas direto pro caixa pagar seu iPad), logo depois tem uma coleção de várias mesas com produtos da apple disponíveis para mexer em tudo, sendo que as duas primeiras mesas eram somente de iPads. Seguidas, naturalmente, por macbooks, monitores de vinte e sete polegadas, e laptops pesando menos de um kilo e da finura de um lápis. Nessas mesas, constantemente acontecem workshops, onde um especialista faz um tour por todas as funcionalidades de determinado produto enquanto cada ouvinte faz igual no seu ipad, ou macbook. Um pra cada um é claro, não estamos no Brasil.
Outra coisa incrível na Apple, são os funcionários. Você vê claramente que os funcionários da apple são pessoas felizes! Calma, to brincando, esse será um review um pouco mais sério do que um macmaníaco faria. Mas, enfim, os funcionários da apple são de fato muito atenciosos e prestativos. Além disso, eles sempre ficam conversando com você e mexendo junto nos produtos por um bom tempo.
Mas vamos aos finalmentes. Fui comprar um iPad. Digo, dois na verdade. Pra começar bem o dia, fui informado que a compra usando meu cartão visa de viagem nao seria possivel porque no auge da minhas esperteza eu esqueci de assina-lo. Plano B, procurar um ATM e sacar o dinheiro. Por sorte tinha um no shopping e por azar ele só tinha notas de vinte. Eis que se deu início um processo um tanto quanto inesperado: ter que sacar 1620 dólares, em quatro vezes e em notas de vinte! E isso tudo dentro do shopping, claro.
Devidamente munido de dólares, aqui vamos nós pra loja da Apple. Chegamos na loja novamente, fizemos nosso pedido. Surpresa número um, eles fazem login de um dos vários macs espalhados pela loja, fazem o pedido para o estoque, e mandam entregar exatamente no local que você está na loja. Isso mesmo, uns cinco minutos depois chega um sujeito com o nosso pedido num lugar aleatório da loja onde estavamos localizados, conversando com o simpático vendedor. Como o pagamento era em dinheiro, tive que ir no caixa, com um bolinho de 81 notas de vinte, causando evidente surpresa ao sujeito do caixa..
No dia seguinte, voltamos lá para comprar mais um iPad, só que dessa vez com cartão de crédito. Acedite se quiser, cada vendedor tem no seu bolso um ipod touch adaptado que passa cartão de crédito! E como faz pra assinar? Isso aí, vc assina com seu dedo na tela do ipod touch. Sensacional.
Bom, por hoje acho que é isso. Comprar alguma coisa na Apple realmente é uma experiência muito interessante. Toda a loja tem uma atmosféra diferente, e tenho quase certeza que todo vendedor ganha uma multa violenta se você sair da loja sem ter gasto nenhum um dólar. E quando digo um dólar quero dizer vários na verdade =)
Até!
Um mês no Canadá
Um diário de viagem nada secreto
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Tentativa de marketing fail na Starbucks
Uma rapidinha sobre um ocorrido na Starbucks. Entramos numa Starbucks aqui no campus e, enquanto escolhíamos o que iríamos querer, um atendente da starbucks começou a fazer propaganda de um café instantâneo que eles vendem:
Atendente Starbucks 1: Olá amigos! Vocês já conhecem o café instantâneo da Starbucks?
Eu e daniel: Não...
Atendente da Starbucks 1: é muito simples! Basta vocês misturarem o pó do café instantâneo da Starbucks com água quente para beber um delicioso café ou com leite para saborear um caffe latte incrível.
Atendente da Starbucks 2: Eu costumo misturar o meu com sorvete! Fica um milkshake de café sensacional.
Atendente da Starbucks 1: Eu uso o meu café instantâneo para pintar quadros! As cores ficam ótimas....
Genial.
Atendente Starbucks 1: Olá amigos! Vocês já conhecem o café instantâneo da Starbucks?
Eu e daniel: Não...
Atendente da Starbucks 1: é muito simples! Basta vocês misturarem o pó do café instantâneo da Starbucks com água quente para beber um delicioso café ou com leite para saborear um caffe latte incrível.
Atendente da Starbucks 2: Eu costumo misturar o meu com sorvete! Fica um milkshake de café sensacional.
Atendente da Starbucks 1: Eu uso o meu café instantâneo para pintar quadros! As cores ficam ótimas....
Genial.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Aceitam um chá? (ou 'pessoas que não existem no Brasil')
Hoje saí com meu amigo para procurar um acessório para o ipad. O lugar era uma loja perto do campus da Universidade de Calgary, mas não sabiamos muito bem onde era nem a distância. Mas enquanto decidíamos se íamos ou não, Daniel perguntou para um cara que tava passando se era muito longe, pra que lado era e coisas do tipo. Por coincidência, o cara tava indo pro mesmo lugar e fomos juntos conversando, uns dez minutos a pé. Além do sujeito ter sido simpático o caminho inteiro, o trajeto culminou com ele dizendo:
"Então pessoal, eu moro num prédio logo depois do London drugs, se vcs quiserem podem passar lá para tomar uma xícara de chá"
Fala sério cara, é uma lástima sem tamanho o Rio de Janeiro ser tão perigoso a ponto de ser completamente impossível simplesmente ser uma pessoa legal, como esse cara foi com a gente. Nessas horas fica extremamente claro o que é um país de primeiro mundo, e aqui em Calgary, a impressão que dá é que a cidade funciona principalmente por causa da educação das pessoas. Estamos muito atrasados mesmo nesse ponto, no Brasil ainda tem gente que joga latinha de refrigerante no chão. Por outro lado, em Calgary, tem até campanha publicitária para pagar suas contas online, para não gastar papel imprimindo elas, causando menos impacto no meio ambiente.
E ainda tem gente que cai na campanha governamental "orgulho de ser brasileiro" e veste a camisa verde e amarela em época de copa do mundo. Tenha certeza que, se continuar do jeito que está, esse verde pouco mais vai durar.
Em tempo: Como se não bastasse todos os carros pararem pra vc passar só por vc pisar na faixa, ontem teve um carro que deu marcha ré uns 2 metros pra facilitar a nossa passagem. E olha que o sinal já tava verde.
"Então pessoal, eu moro num prédio logo depois do London drugs, se vcs quiserem podem passar lá para tomar uma xícara de chá"
Fala sério cara, é uma lástima sem tamanho o Rio de Janeiro ser tão perigoso a ponto de ser completamente impossível simplesmente ser uma pessoa legal, como esse cara foi com a gente. Nessas horas fica extremamente claro o que é um país de primeiro mundo, e aqui em Calgary, a impressão que dá é que a cidade funciona principalmente por causa da educação das pessoas. Estamos muito atrasados mesmo nesse ponto, no Brasil ainda tem gente que joga latinha de refrigerante no chão. Por outro lado, em Calgary, tem até campanha publicitária para pagar suas contas online, para não gastar papel imprimindo elas, causando menos impacto no meio ambiente.
E ainda tem gente que cai na campanha governamental "orgulho de ser brasileiro" e veste a camisa verde e amarela em época de copa do mundo. Tenha certeza que, se continuar do jeito que está, esse verde pouco mais vai durar.
Em tempo: Como se não bastasse todos os carros pararem pra vc passar só por vc pisar na faixa, ontem teve um carro que deu marcha ré uns 2 metros pra facilitar a nossa passagem. E olha que o sinal já tava verde.
domingo, 11 de julho de 2010
Sobre viagens de avião, pessoas legais, atravessando ruas e as primeiras impressões do Canadá
Olá pessoas, Finalmente no canadá!! Após um taxi pro aeroporto, um avião para sampa, outro pro México e mais um pro Canadá, seguido de mais um taxi para o hotel, aqui estou. Apesar de cansativa, a viagem foi bastante interessante. Passei dois dias comendo sanduiches, fiquei enjoado comendo nachos no México, encontrei com funcionários bem legais, descobri que o aeroporto do México é basicamente um duty free gigante de onde decolam alguns aviões vez ou outra. Aliás, apenas para registro, o nome do piloto do avião que peguei no México era Chaves (wtf). Chegando no canadá, logo após o chato processo de imigraçāo, rapidamente se percebe que a cidade está em clima de Stampede, um dos maiores festivais do canadá de música country. Dá uma olhada na recepção musical para quem estava chegando no aeroporto:
Uma das primeiras coisas que notei quando cheguei aqui é a quantidade de pessoas legais. Sério, as pessoas por aqui são absurdamente educadas, até mesmo os atendentes de loja. Algumas pessoas dizem "oi, como vai vc?" com a diferença que elas realmente ficam esperando vc responder, não é só uma frase pronta sem nenhum valor. No entanto, não sei se isso é característico da cidade em que estou, Calgary, ou do próprio Canadá.
Aparentemente, uma das coisas mais difíceis de se fazer por aqui é atravessar a rua, em especial se for num cruzamento. Pra começar existe um incrível fenômeno, completamente desconhecido no Brasil, que consiste basicamente em os carros pararem quando você pisa na faixa de pedestres. Na verdade os carros param até mesmo enquanto vc tá só pensando se realmente quer chegar do outro lado da rua. Em muitos lugares as pessoas nem olham pra atravessar a rua, simplesmenta vão. No Rio eu até tentei fazer isso uma vez, mas fui atropelado por um ônibus. Enfim.
A coisa fica ainda mais complicada na hora de atravessar um cruzamento. Imagina um cruzamento. Agora imagina que cada uma das quatro ruas tem os dois sentidos, entrando no cruzamento e saindo dele. Agora pensa que em cada rua tem um semáforo, aparentemente com total falta de sincronia com os outros semáforos, com você e com qualquer tipo de lógica também. Pra melhorar, cada semáforo tem um cardápio completo de opções: virar para a esquerda somente, seguir em frente somente, pare, e o famoso sinal amarelo, mais conhecido no Brasil como vai-que-dá. Se isso já deve ser complicado para um motorista, imagine para um pedestre. Fiquei um tempo só tentando entender a lógica do conjunto de semáforos para chegar a conclusão de que, caso eles tenham lógica, ela é diferente da minha.
Em tempo: comprei um iPad!! Alias, estou escrevendo esse post nele. Na verdade, o próximo post será basicamente sobre a aventura de comprar 2 ipads na apple store. Acreditem, fortes emoções virão =)
Pra terminar, uma foto do primeiro lanchinho no Canadá, uma foto de uma lebre que tinha no campus, e um videozinho de dentro do taxi, do aeroporto de Calgary e até dentro do campus. Até a próxima!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Consulado Mexicano, dinheiro e mochila de viagem.
Olá Pessoal!
Fiquei esse tempo todo sem postar pois muitos foram os afazeres a serem concluídos (ou, ao menos, encaminhados) antes da viagem. Daqui pra frente os posts devem ser muito mais frequêntes. Mas vamos ao que interessa!
Há algumas semanas atrás fui no consulado mexicano em busca de um visto para poder visitar o país, já que ficarei lá 8 horas na ida e 9 horas na volta, tempos esses referentes à escala que farei no país. Como é sempre uma confusão achar a relação exata de dados necessários para se tirar um visto, fomos confirmar os dados necessários assim que chegamos no local. Eis que nos deparamos com o 'apressadinho' funcionário do consulado. O cara simplesmente buscava palavras-chave na sua pergunta e dava a resposta associada, como num algoritmo só que com menos educação:
- Bom dia. Por favor, eu vou para o Canadá e farei uma escala no méxico par..
- Para Escala com menos de 12h não precisa de visto!
- Então...é que nossa escala será de 8 e 9 horas e pensamos que podíamos conhecer o...
- Para menos de 12 horas não precisa de visto.
- É que pensamos em conhecer o méxico.
- Para conhecer o méxico você precisa de Visto. Então sua viagem é para o México...
- Não, pro Canadá. Pro méxico talvez no fim do ano, mas nada certo...
- Visto pro méxico só 3 meses antes da viagem.
Me senti conversando com uma máquina de coca-cola que não sabia calcular o troco. Nos afastamos da máquina, digo, do sujeito, refletimos novamente e chegamos com uma frase melhor montada:
- Oi! Vamos passar pelo méxico por poucas horas mas queríamos sair do aeroporto e conhecer a cidade. Comofaz.
- Ahh, para conhecer o México você precisa sim de um visto.
- Mas não vamos ficar lá, só de passagem...
- Então o visto que você precisa é o de trânsito, só preencher o formulário e pagar 70 reais.
Genial. Bastou dar os inputs certos que o algoritmo do cara funcionou bem melhor.
Resumo para quem vai se aventurar: Para escala com menos de 12 horas, sem sair do aeroporto, você não precisa de visto. No entanto, você precisa caso queira sair do aeroporto, e custa R$ 69,00. Esse visto sai em 24 horas e qualquer pessoa pode ir buscar com o comprovante (confirme essas informações antes de ir!). AH, formule bem as frases =)
Uma coisa importante que todo viajante vai ter que pensar é como carregar o dinheiro. Uma das melhores opções que encontrei foi o Visa Travel Money, que é basicamente um cartão de débito pré-pago. O meu é do Banco Rendimento, que está sendo bastante satisfatório, mas vários bancos oferecem o mesmo serviço. Com ele você pode pagar suas coisas em qualquer lugar que aceita VISA, que são muitos. Eles possuem central de atendimento gratuito para você ligar de fora do país pedindo alguma informação, ou avisando sobre um novo depósito. Ou seja, você pode ficar fazendo DOCs pra eles durante a viagem e assim você vai recarregando seu cartão, caso necessário. Em caso de perda ou roubo, basta ligar para comunicar e o cartão é bloqueado. Além disso, eles enviam um novo cartão em 24 horas até você. Alias, essa parte do "até você" sempre me deixou meio preocupado, não é possível que eles sejam tão onipresentes. Enfim, o serviço parece bem competente.
Claro que você também vai querer levar dinheiro vivo, para lugares que não aceitam o visa ou pra não ficar na mão caso você perca seu cartão. Para isso, existem várias opções de cintos secretos que são colocados por debaixo da roupa, e garantem uma boa segurança para seu dinheiro.
E como levar as coisas numa viagem afinal? Mala ou Mochila? existem casos meio óbvios para ambas as partes. Digo, ninguém vai de mala à um safari nem de mochilão numa reunião em Tokyo, mas como meu caso é uma espécie de meio termo, tive que pensar bastante. Depois de pensar muito, mas muito mesmo, decidi que seria impossível decidir algo a respeito do assunto. No entanto, comprei uma mochila de viagem pq sempre quis ter uma e a moça da loja foi muito, muito convincente. Não digo convincente dizendo que a mochila era excepcional, mas que eu deveria compra-la, é claro. São duas coisas diferentes. Só pra constar, a mochila é boa sim, mas tem um preço mais acessível (já que você encontra facilmente mochilas de 800 reais). Comprei uma de 75 litros da Trilhas e Rumos, que tem garantia permanente. Na verdade eu não achei no contrato se a garantia está associada ao tempo de vida do comprador. Digo, se a garantia acaba quando eu morrer ou se ela é infinita mesmo, passando de geração para geração. Whatever.
No fim das contas, acho que foi a opção perfeita. Por diversos momentos terei que andar com tudo e uma mala nesses casos realmente seria muito incomodo. Pra terminar, uma fotinha da mochila já semi-arrumada para a viagem. Provavelmente o próximo post já será direto do aeroporto. LOCK AND LOAD! =)


Fiquei esse tempo todo sem postar pois muitos foram os afazeres a serem concluídos (ou, ao menos, encaminhados) antes da viagem. Daqui pra frente os posts devem ser muito mais frequêntes. Mas vamos ao que interessa!
Há algumas semanas atrás fui no consulado mexicano em busca de um visto para poder visitar o país, já que ficarei lá 8 horas na ida e 9 horas na volta, tempos esses referentes à escala que farei no país. Como é sempre uma confusão achar a relação exata de dados necessários para se tirar um visto, fomos confirmar os dados necessários assim que chegamos no local. Eis que nos deparamos com o 'apressadinho' funcionário do consulado. O cara simplesmente buscava palavras-chave na sua pergunta e dava a resposta associada, como num algoritmo só que com menos educação:
- Bom dia. Por favor, eu vou para o Canadá e farei uma escala no méxico par..
- Para Escala com menos de 12h não precisa de visto!
- Então...é que nossa escala será de 8 e 9 horas e pensamos que podíamos conhecer o...
- Para menos de 12 horas não precisa de visto.
- É que pensamos em conhecer o méxico.
- Para conhecer o méxico você precisa de Visto. Então sua viagem é para o México...
- Não, pro Canadá. Pro méxico talvez no fim do ano, mas nada certo...
- Visto pro méxico só 3 meses antes da viagem.
Me senti conversando com uma máquina de coca-cola que não sabia calcular o troco. Nos afastamos da máquina, digo, do sujeito, refletimos novamente e chegamos com uma frase melhor montada:
- Oi! Vamos passar pelo méxico por poucas horas mas queríamos sair do aeroporto e conhecer a cidade. Comofaz.
- Ahh, para conhecer o México você precisa sim de um visto.
- Mas não vamos ficar lá, só de passagem...
- Então o visto que você precisa é o de trânsito, só preencher o formulário e pagar 70 reais.
Genial. Bastou dar os inputs certos que o algoritmo do cara funcionou bem melhor.
Resumo para quem vai se aventurar: Para escala com menos de 12 horas, sem sair do aeroporto, você não precisa de visto. No entanto, você precisa caso queira sair do aeroporto, e custa R$ 69,00. Esse visto sai em 24 horas e qualquer pessoa pode ir buscar com o comprovante (confirme essas informações antes de ir!). AH, formule bem as frases =)
Uma coisa importante que todo viajante vai ter que pensar é como carregar o dinheiro. Uma das melhores opções que encontrei foi o Visa Travel Money, que é basicamente um cartão de débito pré-pago. O meu é do Banco Rendimento, que está sendo bastante satisfatório, mas vários bancos oferecem o mesmo serviço. Com ele você pode pagar suas coisas em qualquer lugar que aceita VISA, que são muitos. Eles possuem central de atendimento gratuito para você ligar de fora do país pedindo alguma informação, ou avisando sobre um novo depósito. Ou seja, você pode ficar fazendo DOCs pra eles durante a viagem e assim você vai recarregando seu cartão, caso necessário. Em caso de perda ou roubo, basta ligar para comunicar e o cartão é bloqueado. Além disso, eles enviam um novo cartão em 24 horas até você. Alias, essa parte do "até você" sempre me deixou meio preocupado, não é possível que eles sejam tão onipresentes. Enfim, o serviço parece bem competente.
Claro que você também vai querer levar dinheiro vivo, para lugares que não aceitam o visa ou pra não ficar na mão caso você perca seu cartão. Para isso, existem várias opções de cintos secretos que são colocados por debaixo da roupa, e garantem uma boa segurança para seu dinheiro.
E como levar as coisas numa viagem afinal? Mala ou Mochila? existem casos meio óbvios para ambas as partes. Digo, ninguém vai de mala à um safari nem de mochilão numa reunião em Tokyo, mas como meu caso é uma espécie de meio termo, tive que pensar bastante. Depois de pensar muito, mas muito mesmo, decidi que seria impossível decidir algo a respeito do assunto. No entanto, comprei uma mochila de viagem pq sempre quis ter uma e a moça da loja foi muito, muito convincente. Não digo convincente dizendo que a mochila era excepcional, mas que eu deveria compra-la, é claro. São duas coisas diferentes. Só pra constar, a mochila é boa sim, mas tem um preço mais acessível (já que você encontra facilmente mochilas de 800 reais). Comprei uma de 75 litros da Trilhas e Rumos, que tem garantia permanente. Na verdade eu não achei no contrato se a garantia está associada ao tempo de vida do comprador. Digo, se a garantia acaba quando eu morrer ou se ela é infinita mesmo, passando de geração para geração. Whatever.
No fim das contas, acho que foi a opção perfeita. Por diversos momentos terei que andar com tudo e uma mala nesses casos realmente seria muito incomodo. Pra terminar, uma fotinha da mochila já semi-arrumada para a viagem. Provavelmente o próximo post já será direto do aeroporto. LOCK AND LOAD! =)
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
Visto canadense, escala no méxico, visto mexicano

Olá Pessoal!
Como eu disse no último post, estava procurando uma viagem com escala no méxico para escapar da dor de cabeça de tirar um visto de trânsito americano às pressas. E, guess what, sucesso! A passagem ida e volta São Paulo-Calgary saiu por R$ 2062,00, uma pechincha se comparados aos 4 mil reais mínimos das outras passagens para apressadinhos no período de julho.
Parece que procurar passagens de avião é uma das coisas na vida que nunca satura ou é o suficiente, por mais que você procure a internet inteira, contate mil agentes de viagem, sempre, sempre haverá uma passagem com uma escala meio bizarra que sai absurdamente mais barata que todas as outras passagens que você tinha achado até então. Então o preço que você paga na passagem é tão menor quanto maior o tempo que falta para você viajar, já que você terá mais tempo de procurar a tal passagem bizarra que todos juraram pra você não existir. Como vocês já devem estar pensando, seguindo essa lógica, se você tiver um tempo infinito a sua passagem sai de graça, mas eu não tenho nenhum resultado experimental sobre essa conjectura =)
Muito bem, passagem para o Canadá via méxico comprada, segue a documentação necessária para se tirar um visto pro Canadá (não me responsabilizo pelas informações aqui contidas, lembre-se de consultar o consulado para maiores informações):
- Passaporte
- 2 fotos 3x4
- Declarações de vínculo (trabalho, faculdade, escola...)
- Extrato dos últimos 3 meses de conta corrente e/ou poupança.
- Taxa de 125 reais (unica entrada)
- Os dois formulários necessários preenchidos (veja o seu caso aqui)
Uma boa parte das informações relevantes você acha aqui.
Já o visto do méxico parece bem mais fácil, basta chegar no consulado cedo que o seu visto será aceito (ou não) no mesmo dia. Algumas das informações relevantes para o visto do méxico podem ser encontradas aqui.
EDIT: Passageiros em transito de menos de 24 horas não precisam de visto. (méxico)
Por enquanto é só, a parte das passagens e visto parecem estar devidamente encaminhadas. Tá na hora de começar a pensar o que farei lá nos quase 10 dias que terei de folga.
Alguém aí tem dicas de roteiro para Vancouver, Banff ou Calgary?!
Marcadores:
escala no méxico,
visto canadense,
visto mexicano
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Sobre passagens, vistos e escalas.

Recentemente muitos problemas têm aparecido relacionados à compra de passagens aéreas, definição de quais escalas de voo fazer e principalmente aos vistos. Pelo que parece, o visto canadense até que não é um problema tão grande, pois é obtido rapidamente caso você tenha acesso direto ao consulado canadense em seu estado. No meu caso, que moro no Rio de Janeiro, seria um trabalho consideravelmente grande ter que ir à sampa tirar esse visto, porém existe uma empresa Can Ada que faz esse serviço cobrando uma pequena taxa (algo perto de 100 reais), que é uma bela mão na roda. Basta dar uma pesquisada para conseguir o telefone de lá e falar com a responsável, chamada Ada. Portanto, se Você é do Rj e procura por um visto para o Canadá a sua frase do dia é:
Visto para o Canadá é com a Ada do Can Ada!
Pois bem, se você for organizado o suficiente e os ventos do leste soprarem ao seu favor, você conseguirá uma passagem aérea direta para o Canadá sem grandes complicações com empresas como a Air Canada por exemplo, que tem boa parte de suas escalas em Toronto. Se você, assim como eu, teve sua organização sabotada pelos empecilhos da vida (leia: espera de confirmação de aceitação no workshop), você terá que apelar para uma pesquisa de voos e informações mais hardcore. Para tal, dentre os diversos sites de pesquisa de voos que encontrei durante a pesquisa, um que se destacou foi o Viajo, que conta com um sistema de procura de voos aparentemente mais avançados que os outros sites destinado ao mesmo fim.
Pois bem, ora de escolher seu ponto de escala. Já que se você leu até aqui e caso esteja nesse blog buscando apenas informações, é porque viajar direto pro Canadá sem escalas é algo que não lhe pertence mais. Caso você já possua um visto para os EUA, faça uma escala lá e seja feliz. As opções são diversas e de preços bastante variados, portanto pesquise bem. Não se esqueça de sempre verificar três dias antes ou depois das datas que você pretende viajar, pois as vezes a diferença de preço é brutal.
Caso você não possua um visto para os EUA e falta algumas semanas para a sua viagem, comece a se preocupar severamente. Em primeiro lugar, você vai gastar umas boas horas da sua vida pra entender direito todas as informações relevantes na hora de tirar o visto correto. Isso tudo porquê caso você queira ligar para o consulado americano para pedir informações você não pode. Ou melhor, pode, se você se sujeitar a pagar uma taxa de 38 reais num banco para pegar uma senha que te dá direito ao tele-atendimento da embaixada. Um absurdo.
Por fim, parece que agora as coisas se encaminham de forma a conseguir uma viagem São Paulo- Calgary com escala no México, que é bem mais simples de tirar um visto e tem um bom preço (por volta de mil dólares ida e volta). Em breve volto aqui para dizer se tive sucesso e postar um resuminho de documentos necessário, tempo para conseguir visto e coisas do tipo. Até!!
Apresentação
Olá à todos!
No mês de julho farei uma viagem ao Canadá para participar de um workshop e uma escola internacional em Informação Quântica. Nesse blog pretendo contar um pouco de qualquer coisa relacionado à viagem, desde os quase-sempre-problemáticos vistos e compras e boas passagens até detalhes turísticos de onde eu for pelo canadá.
Enfim, um blog para os amigos acompanharem a aventura e para pessoas interessadas em visitar o Canadá em breve!
Até!
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